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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vitória difícil mas totalmente justa

Depois da vitória frente ao Spartak a meio da semana o Benfica regressava à liga numa dificil deslocação a Vila do Conde. O Rio Ave estava em quarto lugar na liga.

Seria normal o Benfica ressentir-se do jogo da liga dos campeões por isso o Benfica tentou resolver o jogo logo na primeira parte. O Benfica dominou quase completamente a primeira parte, mas só conseguiu marcar a terminar a primeira parte por intermédio de Lima que continua a sua boa série no Benfica, tendo uma média de um golo a cada 90 minutos. Cardozo continuou a demonstrar que está num bom momento, mas não conseguiu marcar, apesar de ter atirado uma bola ao poste.

Neste jogo o Benfica não pôde contar com Maxi que se lesionou a meio da semana, tendo jogado André Almeida no seu lugar. Esperava que houvesse mais mudanças na equipa, mas Jesus entendeu jogar praticamente com a mesma equipa, pois só jogou o Matic de novo no meio campo.

Durante a primeira parte ainda se lesionou o Enzo Perez, tendo sido substituido pelo Bruno César, mas o brasileiro ainda não demonstra a qualidade do argentino na posição de médio centro. Jesus disse também no final que Garay e Melgarejo apresentavam também limitações físicas, no entanto ambos terminaram os 90 minutos.

Na segunda parte o cansaço começou a sentir-se, começando o Rio Ave a ganhar força, principalmente no último quarto de hora. Para tentar suster o ímpeto atacante do Rio Ave o Jesus ainda colocou Miguel Vítor na lateral direita, mas o jovem português demonstrou muitas dificuldades em suster os ataques vilacondenses, tal como estava a acontecer com André Almeida. Miguel Vítor passou por maus momentos, demonstrando claramente que está em baixo de forma e que não pode jogar a lateral direito. Miguel Vitor, um jovem formado no Benfica, parece ter os dias contados no Benfica, pois raramente é opção e mesmo quando é opção não o é na sua posição de origem. Na hierarquia dos centrais benfiquistas ele ocupa neste momento o quinto lugar.

Neste jogo difícil o árbitro (Bruno Esteves), como não poderia deixar de ser, foi habilidoso fazendo os possiveis para prejudicar o Benfica quer marcando foras de jogo que não existiam, quer marcando pontapés de baliza quando eram situações de canto, quer em lançamentos que eram assinalados de forma errada e claro nas faltas em que ele demonstrou uma dualidade de critéios demasiado evidente. Fica a pergunta, se o Artur não tem defendido aquela bola naquele último lance será que o árbitro diria que a bola já estava fora no momento do cruzamento?

Este jogo fez-me lembrar o jogo com o Rio Ave no ano em que o Benfica foi campeão. Nesse ano o Benfica também foi a Vila do Conde e venceu com muita dificuldade o jogo por 1 a zero com um golo de Saviola.

Um aparte. O Sporting regressou às vitórias. Neste caso fiquei feliz com a vitória do sporting, pois esta coloca o braga a 6 pontos do Benfica, o que é bom. No entanto o braga marcou um golo totalmente limpo e o Proença (o tal que apita finais da champions) anulou o golo. Os do braga no final fizeram um barulho tremendo... mas esquecem-se que o Benfica lhes marcou um golo limpo que daria a vitória ao Benfica nesse jogo e que foi anulado pelo apitador e muitos outros lances tem que têm sido beneficiados neste e nos campeonatos anteriores. Mas este beneficio ao sporting  num jogo com os corruptos B deixa-me confuso. Que sinal será este?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O regresso de Gaitán


O jogo com o Bétis (1-1) no dia de ontem serviu para manter os jogadores que não foram à selecção, ou se foram não jogaram, a competir para que estes não perdessem muito ritmo competitivo. O jogo foi também utilizado para testar Miguel Vítor e André Almeida na lateral direita (espero que em Glasgow jogue o Miguel Vitor). O André Almeida tem de ser aproveitado no meio campo e não na lateral. O jogo serviu também para mostrar que Matic tem potencial para ser o dono do meio campo defensivo, gostei muito dele, pois foi muito combativo e recuperou muitas bolas. Podemos ver o Lima a estrear-se pelo Benfica, não mostrou nada de excepcional, mas também não tem entrosamento com a equipa. André Gomes também se estreou na equipa principal, mas sentiu muito a pressão do primeiro jogo, achei que foi demasiado lento a decidir.

Mas para mim o destaque vai para o regresso de Nico Gaitán. Quase mês e meio depois Gaitán voltou a jogar pelo Benfica. O Jesus tinha dito que o Gaitán só voltaria quando estivesse realmente em condições de jogar e parece que valeu a pena esperar, pois gostei bastante de ver o argentino jogar. Aplicou muita velocidade ao seu jogo, não desistindo dos lances e jogando com a grande qualidade técnica que ele tem. Marcou ainda um golo de grande classe, como nos habituou.

Para mim é simplesmente o melhor jogador do Benfica. Tem uma técnica e velocidade impressionantes. Espero que o tratamento de "choque" dado pelo Jesus tenha surtido efeito. Espero que ele se esqueça das ofertas do Manchester e se concentre apenas no Benfica. O Gaitán é um grande jogador, mas só lhe será dado valor se ele for regular, como o foi na primeira época em Portugal. O ano passado só jogava bem quando lhe apetecia e só lhe apetecia na liga dos campeões, nos outros jogos andava na moleza e com isso perdeu forma física, sendo que na segunda metade da época nem na liga dos campeões conseguia fazer a diferença, pois não tinha condição física para tal.

Espero que o Gaitán tenha aprendido a lição e se esforce verdadeiramente, pois se ele se esforçar é ele o titular sem qualquer dúvida a extremo esquerdo (apesar de não ser verdadeiramente a sua posição) e então poderemos ter novamente aquela dupla fantástica de extremos que tivemos há 2 anos atrás que tantas alegrias deu (Salvio e Gaitán). Caso contrário Gaitán habilita-se a passar maus momentos, no banco ou mesmo na bancada, pois tanto Enzo como Nolito querem jogar. O Gaitán é melhor que qualquer um deles, mas tem de se esforçar para o mostrar, pois o nome não joga sozinho.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Grande Benfica B




O Benfica B venceu o Belenenses na Luz por 6 a zero. Grande vitória desta jovem equipa. Mas mais importante que esta esmagadora vitória é a politica do Benfica em relação à equipa B, nomeadamente na aposta nos 2 centrais suplentes do Benfica (Miguel Vítor e Jardel). Pelo que tenho visto dos jogos da equipa B a maior fragilidade da equipa são os centrais.  Fábio Cardoso jogou em 2 jogos, tendo sido expulso na Feira. No primeiro jogo com o braga B Carole jogou adaptado a central. Desta forma os centrais da equipa principal têm sido utilizados, primeiro foi Jardel na Feira fazendo dupla com Fábio Cardoso e depois foi Jardel e Miguel Vítor a fazerem dupla no jogo com o Belenenses. Na feira Jardel fez de patrão da defesa, cortando tudo o que esteve ao seu alcance. Agora a dupla contra o Belenenses foi fantástica, não dando a mínima hipótese ao Belenenses, que era líder ate ao jogo com o Benfica. Jardel e Miguel Vítor são bons jogadores, boas alternativas a Luisão e Garay, tendo já muitos jogos pelo Benfica e por outras equipas, uma vez que estes jogadores já têm bastante experiência. Jardel tem 26 anos e Miguel Vítor 23.

Uma defesa sólida permite mais à vontade do ataque e logo mais golos, e foi isso que aconteceu. Estes dois jogadores são bons demais para jogar numa segunda liga, como se viu contra este Belenenses. A utilização destes jogadores na equipa B permitiu a realização de dois objectivos, o primeiro foi colmatar a principal lacuna da equipa B, o segundo foi dar tempo de jogo a estes 2 jogadores da equipa principal, pois em condições normais pouco tempo de jogo terão (taças da liga e de Portugal, pouco mais).

De referir que o Benfica contratou o central peruano Carlos Ascues do Alianza Lima com 20 anos, mas este ainda está em periodo de adptação ao nosso futebol.

Outra coisa que me tem chamado a atenção é a qualidade dos jogadores da equipa B, nomeadamente o Miguel Rosa, o Ivan Cavaleiro e o João Cancelo. Que qualidade... se lhe derem o tratamento correto daqui a pouco tempo podem ser integrados na equipa principal.
Outras coisitas...